Benefícios do Trabalho Voluntário para o Jovem

Os jovens fazendo recreação com as crianças

 O trabalho voluntário transforma o jovem em um cidadão melhor.

Erasmo Rocha

A juventude busca novas experiências e aventuras. Nessa busca, os jovens acham que viverão momentos mágicos e inesquecíveis em viagens, festas e baladas. Entretanto, não é do conhecimento deles que se pode passar por momentos inesquecíveis na realização de trabalhos voluntários. Você estará divertindo-se e ajudando ao seu próximo.

 O trabalho voluntário também propicia ao jovem desenvolvimento pessoal e profissional, descobertas de novas potencialidades, aumento do círculo de amizades, autodisciplina, facilidade em desenvolver atividades com poucos recursos e sem desperdício, espírito de equipe e participação na construção de uma sociedade mais justa.

 Exemplos para a comunidade

 Na região existem exemplos de jovens que fazem o trabalho voluntário, como é o caso dos voluntários da União Cristã Feminina, conhecida também como Escolinha. A entidade atende crianças e jovens entre 15 e 24 anos.

 

jovens organizando Almoxarifado da entidade

 Segundo a Coordenadora da União Cristã Feminina Elaine Renata Alves do Carmo, os jovens voluntários fazem recreação para crianças de 1ª a 4ª série no horário do recreio escolar, atuam como contadores de história, auxiliam em projetos de inclusão digital de adolescentes, jovens e mulheres adultas e organizam o almoxarifado da entidade.

 

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Dona Jovem

Jovelina Felix da Silva (Dona Jovem como é chamada pela população da região dos Amarais), está hoje com 71 anos, veio morar na favela da Rua 17 (atual Gustavo Stuart), no Jardim Santa Mônica no ano de 1980. Até então morava no Estado do Paraná, onde se casou e fazia parte de Grupos de Reflexão, organizado pela Igreja Católica, que eram grupos organizados com moradores da comunidade com objetivo de levar a religião a todos os lares dos bairros.

Dona jovem chega ao Jardim Santa Mônica em 1980, onde na época estava acontecendo uma mobilização dos moradores da favela. Imediatamente ela entra em contato com estas pessoas e inicia seu trabalho junto aos moradores para a criação de uma Associação de Favelas, que englobava todas as favelas dos Amarais.

Na época ela encontrou no movimento os moradores Maria Inês, a ex- irmã Cida, o Valdecir, o TJ e outros companheiros de luta; tinham também seminaristas que acompanhavam os moradores em reuniões e nos movimentos. “Íamos ao Colégio Pio XII, na chamada Assembléia do Povo, onde estavam os grupos dos demais bairros da cidade de Campinas.” Diz Dona Jovem.

Foi nestas reuniões que Dona Jovem conheceu o Professor de Arquitetura da PUC de Campinas, Antonio da Costa Santos, o Toninho (futuro prefeito de Campinas), que acompanhou de perto todas as lutas da Associação de favelas até então. Foi nesta época a criação e fundação da Associação das Favelas e os moradores iniciaram o cadastro e a medição dos lotes para a luta pela moradia, e desde então acompanhado de perto pelo Toninho, juntamente com Dona Jovem, Maria Francisca, Maria Quitéria e outros moradores.

Esta luta foi vencida e o então Prefeito de Campinas Francisco Amaral (1977 a1982) teve que doar os lotes (mesmo sem documentação). Com essa vitória, a Associação de favelas ficou forte. Para todos os problemas na comunidade os diretores da Associação eram os primeiros a serem chamados.

“Na luta pela creche, quando conseguimos a construção dela, foi criado um conselho de moradores, com a finalidade de escolher os funcionários da creche.” Comenta Dona Jovem. Agora a luta seria da creche do Jardim Santa Mônica. Para a construção destas creches a Associação das Favelas lutou em conjunto com a SABA.

A questão da construção dos Centros de Saúde, “esta luta foi longa”, diz Dona Jovem. “Cada prefeito construía alguns cômodos. O mesmo aconteceu com a luta posterior do Centro de Saúde do São Marcos, que também demorou muito.

Depois destes anos todos, Dona Jovem teve algumas doenças que fizeram com que ela deixasse a luta pelas melhorias da qualidade de vida. Hoje Dona Jovem somente vai à missa na Paróquia do Jardim Santa Mônica.

Se a juventude não lutar para melhorar as condições de vida do povo, não há saída. Já não tem muita luta coletiva no bairro e os jovens não tem gana, somente temos gana quando estamos juntos com as pessoas lutando.

“O povo tem que escolher bem os candidatos e os governantes. Somente com informação e com conversa com as pessoas é que teremos informações para saber sobre as pessoas e votar direito.” Finaliza Dona Jovem.

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Novo projeto social na nossa região

Um novo projeto social que está acontecendo na região do Jardim Campineiro, este projeto tem o nome de Programa Esporte e Lazer na Cidade (PELC). Este projeto tem objetivo de oferecer oficinas esportivas, culturais, sociais, manuais e artísticas gratuitas para toda a comunidade, atendendo crianças, jovens, adultos e idosos.

O programa é uma ação do Ministério do Esporte que, em Campinas, está sendo implementado pelo Instituto SOS PEQUENINOS e pelo NÚCLEO MOVIMENTOS EM SEMENTE, em parceria com o MAE MARIA ROSA (Antiga Casa da Sopa) e a AEDHA – Guardinha Campinas.

O PELC oferece mais de 10 oficinas de esporte e lazer para todas as faixas etárias. Tem karatê, futebol, handebol, basquete, cordas acrobáticas, ginástica geral, ginástica de condicionamento, horta comunitária, culinária, jogos de rua e de tabuleiro, oficina de beleza e cuidados de si, cinema, artesanato, expressão corporal e muito mais!

As atividades da PELC acontecem na ONG MAE Maria Rosa (Antiga Casa da Sopa), na quadra da Vila Esperança e em outras entidades da Região dos Amarais.

Venha fazer sua inscrição em uma das oficinas, de terça a sábado, das 9h às 17h, no MAE Maria Rosa (Antiga Casa da Sopa), Rua  Vicente Palombo, 34 – Jardim Campineiro – Campinas- SP – fone (019) 3246.0894, ou ainda pelo email pelc_campinas2@hotmail.com

GINCANA ESPORTIVA PELC

ACONTECERÁ SÁBADO, 08/10/11 das 13 às 17h

NA QUADRA DA VILA ESPERANÇA:

Venha participar, inscreva sua equipe, traga seus amigos.

A ENTRADA É GRATUITA!!!

TERÁ:

Campeonatos esportivos; Jogos e brincadeiras, Jogos de tabuleiro; Cama elástica e Atrações culturais;

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Sociedade Amigos de Bairro do Jardim São Marcos Jardim Santa Mônica, e Adjacências, tem nova diretoria.

 A mais antiga entidade de nossa região, a Sociedade Amigos dos Bairros dos Amarais (SABA), com sede na Rua Otávio de Camargo, 190, no Jardim Santa Mônica, tem nova diretoria eleita em 2011.

A nova diretoria tem como proposta de trabalho lutar junto com a população para desenvolver a Região dos Amarais no âmbito social, cultural e econômico, citamos algumas metas de trabalho, são elas:

  • Instalação de Posto de Atendimento Bancário (PAB) em nossos bairros que ainda não tem este serviço.
  • Luta pela melhoria dos Centros de Saúde e seus serviços.
  • Adequação e melhorias no transporte na nossa região, assim como garantir a acessibilidade de transporte de deficientes.
  • Principalmente luta para que aos moradores participem ativamente de todo o processo de luta na melhoria e desenvolvimento.

O novo presidente da SABA, um jovem morador de nossa região, Vagner Dias Caja, concluiu o no ensino médio na Escola Estadual Castinauta B.M. de Albuquerque e cursou Direito na FAC-3, iniciando seu trabalho público como assessor na Câmara Municipal de Campinas em 2009, em 2010 foi nomeado pela Prefeitura de Campinas como administrador da Regional 10 sendo que atualmente voltou a Câmara Municipal de Campinas como assessor do vereador Cirilo.

Vagner é morador da Vila Esperança e proprietário do Varejão Kompraki, situado na Rua Pedro Pinheiro, no Jardim Santa Mônica.

Esta nova diretoria está unida para gerir o SABA com muita luta e união e conclama a participação dos moradores para que nossa região tenha qualidade de vida para todos.

 

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Associação dos Moradores do CDHU Amarais

 

 

 

 

 

 

 

 

A Associação dos Moradores do CDHU Amarais, representado pela nova diretoria eleita em 2011, está na luta pelas melhorias nas condições de vida dos moradores. Já nos primeiros meses de sua gestão, as propostas feitas na eleição estão sendo realizadas a todo vapor pela diretoria.

É a luta está sendo feita com muita união entre os diretores e os moradores do CDHU Amarais. Até agora as seguintes propostas já se tornaram realidade:

  • A Associação de Moradores dos Conjuntos habitacionais já está registrada e legalizada;
  • Já organizou os moradores para negociar com a CDHU (fato inédito, os funcionários do CDHU estiveram na Escola estadual Maria de Lourdes Bordini para negociar com os moradores) a inadimplência e as unidades que não tinham contrato.
  • Esta acompanhando juridicamente os moradores.
  • Conversando com os comerciantes para liberar as calçadas ocupadas pelas mercadorias.
  • Iniciou a limpeza das bocas de lobo e pintura das ruas.
  • A Associação e colaboradores estão asfaltando ruas atrás das escolas e também está sendo construído um Espaço Esportivo tendo várias modalidades esportivas para o moradores em frente a Quadra R (inicio 19/09/2011).

A Nova Associação dos Moradores do CDHU Amarais, tem como presidente Anderson de Souza, nascido na cidade de Campinas e criado no Bairro Boa Vista, veio para o CDHU desde o início, onde participou de todas as lutas dos moradores, como a luta pela duplicação da Avenida Aladino Selmi, da Negociação dos inadimplentes com o CDHU, fez parte do Conselho Local de Saúde na gestão passada, participou da luta pela regularização das unidades irregulares e fez parte da organização da festa Julina.

 

 

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PARÓQUIA SÃO MARCOS, O EVANGELISTA

 A Paróquia São Marcos, o Evangelista, hoje constituída de 7 comunidades e a Matriz de São Marcos, foi criada no dia 14 de Dezembro 2004, é primeira Paróquia instituída por Dom Bruno Gamberini, Arcebispo de Campinas recentemente falecido.

Com sua matriz paroquial provisória instalada na Comunidade Nossa Senhora Aparecida no Jardim São Marcos, a paróquia congrega entre si, as comunidades São Francisco de Assis, no Jardim Campineiro, a qual, com a primeira, constituem-se as duas comunidades mais antigas da Região do Amarais, somam-se a estas comunidades, a Comunidade Divino Espírito Santo no Campinho, a Comunidade São José da Esperança, na Vila Esperança, a Comunidade Mãe da Misericórdia, no Recanto da Fortuna, a Comunidade Frei Galvão no CDHU / Jardim Mirassol e a Comunidade Todos os Santos e Mártires, no Residencial Olímpia.  

Horários de Missa nas comunidades:

  • Missa Paroquial: Todo domingo às 18:30hs na Comunidade Nossa Senhora Aparecida à Rua Orlando de Oliveira, 111, Jardim São Marcos.
  • Comunidade Nossa Senhora Aparecida    => aos sábados às 19h:30min.
  • Comunidade São Francisco de Assis        => aos domingos às 08h00min.
  • Comunidade São José da Esperança       => às quartas-feiras às 19h00min e aos sábados às 19h30min.
  • Comunidade Divino Espírito Santo          => aos domingos às 09h30min.
  • Comunidade Mãe da Misericórdia           => aos sábados às 18h00min.
  • Comunidade Frei Galvão                        => aos domingos às 09h30min.
  • Comunidade Todos os Santos e Mártires =>       – aos domingos às 08h00min.

 

Maiores informações e agendamento para atendimento do padre:

Na secretaria paroquial à Rua Orlando de Oliveira, 111 – Jardim São Marcos, das 08:00hs às 12:00hs e das 14:00hs ás 18:00hs, ou pelo telefone: (19) 3246-2773.

O pároco atual é o Pe. Marco Antonio Amstalden desde 06/02/2011, o segundo pároco, em substituição ao Pe. Luiz Roberto Teixeira Di Lascio.

 

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PROJETO MÃOS DADAS REALIZA MUTIRÃO PEDÁGOGICO

Sob o tema: ”Olho ao meu redor e me vejo”, o Projeto Mãos Dadas em parceria com a direção da Escola Estadual Telêmaco Paioli Melges, Conselho de Local de Saúde, Vigilância Sanitária realizou o Mutirão Pedagógico, com o objetivo de levantar a reflexão de alunos e moradores sobre como está o local onde vivemos e quem são os responsáveis pelas condições atuais do local.

Foram visitadas todas as quadras, todas as ruas, lixeiras, bueiros, quadras esportivas, parquinhos, terrenos ao redor do CDHU, casas e alguns comércios. Alunos sob a orientação da Vigilância Sanitária distribuíram materiais aos comerciantes e moradores orientando sob a proliferação de animais peçonhentos e dos focos da dengue que foram encontrados em diversas quadras principalmente nas casas de gás, e em áreas de ocupação e construções clandestinas e nas caixas d’água utilizadas incorretamente. Ainda, verificou que as lixeiras estão sendo mal utilizadas, os brinquedos dos parquinhos e quadra poliesportivas estão depredados e destruídos pelos próprios moradores.

Todas as detecções relacionadas à saúde foram registradas para que a Vigilância pudesse monitorar, bueiros entupidos foram solicitadas limpeza, e limpeza do mato foi realizada pela Sub Prefeitura por solicitação do Projeto Mãos Dadas.

O Mutirão acabou atingindo seu objetivo com os alunos, que fizeram a seguinte reflexão:

O ambiente que tenho hoje é resultado de minhas ações, assim, se desejo viver em um ambiente melhor, dependo também de minhas ações e não ficar esperando que o poder público, faça! Se eu mudar minhas atitudes, tudo ao meu redor mudará. Pensar Global e Agir Local. E você, quando olha ao seu redor, você se vê? O que tem feito para melhorar o local onde vive?

O Projeto Mãos Dadas foi idealizado pelo morador do CDHU Amarais Sergio Moraes e será transformadoem uma Organização NãoGovernamental (ONG), o registro esta em tramitação legal.

 

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Escola Estadual Castinauta B.M. de Albuquerque desfilano dia da Pátria

Há muito tempo a Escola Estadual Castinauta B.M. de Albuquerque participa do desfile de 7 de setembro no Centro de Campinas, na Avenida Francisco Glicério, desfile que faz parte das atividade referente ao dia da independência do Brasil.

Neste ano, mais uma vez a Escola Estadual Castinauta B.M. de Albuquerque realizou seu desfile no Centro da Cidade de Campinas. O desfile da escola contou com a participação dos professores e alunos. A regência da Fanfarra foi de Luis Lucena (Luisinho ou Luis da Fanfarra), que há muito tempo ensaia e rege a fanfarra desta escola.

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Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Jose Narciso Vieira Ehrenberg desfila no dia da Pátria

 Nossa região tem a mais nova escola iniciando o desfile de 7 de setembro. É a Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Jose Narciso Vieira Ehrenberg (chamada pela população de Escolinha Branca), situada na Rua: Roberto Bueno Teixeira, no Jardim São Marcos.

Para o desfile a escola contou com a participação dos alunos e professores. De acordo com a direção e coordenação pedagógica da escola, os trabalhos que estão sendo desenvolvido visam participar a partir deste ano em diante dos desfiles comemorativos do dia da independência do Brasil juntamente com a Escola Estadual Castinauta B.M. de Albuquerque representando nossa região.

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CDHU SAN MARTIN TERÁ NAVE

Os moradores no CDHU Amarais encontra-se com o Secretário de Educação e sua equipe a pedido da própria secretaria, para tratar de assunto referente à construção de uma unidade da Nave Mãe no CDHU Amarais, o qual é um pedido das mães e uma necessidade urgente para que as mesmas possam ter onde deixar seus filhos e poder trabalhar ajudando na renda familiar.

Após a realização do abaixo assinado que circulou no CDHU Amarais, juntamente com a insistente luta, finalmente o secretario anunciou que será construído a Nave Mãe, ainda disse que o local já foi escolhido. O projeto esta pronto aguardando apenas o repasse do recurso do PAC II, para inicio do processo de licitação e inicio das construções.

Infelizmente ainda a população terá que aguardar, pois uma construção deste porte, não se faz da noite para o dia, mas há previsão de estar pronta em 2012.

É válido lembrar que também após abaixo assinado organizado por Tia Jô (Joana) e Sirley e com apoio do Conselho de Saúde, foi conquistado que o prédio da CEMEI Maria Célia Pereira fosse reformada e que ônibus fossem destinados a buscar as crianças até o CDHU Amarais. Enfim, com a união de todos houve mais uma conquista!

Muitas vezes a população pensa que o desenvolvimento acontece naturalmente ou que é um desejo da Prefeitura. Mas as conquistas são resultado de muita luta dos moradores. “Todos os ofícios de entrada e de resposta estão à disposição dos moradores, bem como a planta”, diz o morador do CDHU Amarais e conselheiro de saúde Sérgio Moraes. Agora a tarefa de todos os moradores é fiscalizar e acompanhar de perto a execução

 

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